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  • NR12 PPRMIP Anexo III
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PPRMIP - Programa de Prevenção de Riscos em Máquinas Injetoras de Plástico

A) Princípios Geais:
1. O ingresso à área de risco somente pode ser admitido com a adoção das seguintes medidas de segurança:
1.1. Acesso pela abertura de proteções móveis, dotadas dos dispositivos de segurança mínimos, abaixo especificados, ou pela remoção de proteções fixas, para acessos esporádicos (por ex. para manutenção, lubrificação, etc.). 
1.2. Treinamento dos trabalhadores e controle periódico da manutenção das máquinas após a instalação dos equipamentos de segurança.

B) Objetivo e Aplicação
1. Objetivo
O presente anexo tem como objetivo a proteção do operador das máquinas injetoras (horizontais ou verticais) para termoplásticos e termofixos. Não se aplicam às máquinas de operação manual e fechamento mecânico.

2. Terminologia (ver NBR 13.757)
2.1. Máquina Injetora
Máquina injetora é a utilizada para fabricação descontínua de produtos moldados, pela injeção de material plastificado no molde, que contém uma ou mais cavidades, em que o produto é formado.
Nota: Esses produtos podem ser moldados em termoplásticos ou termofixos. A máquina injetora consiste, essencialmente, da unidade de fechamento, unidade de injeção, sistemas de acionamento e comando.
2.2. Unidade de Fechamento
Unidade que compreende o mecanismo de fechamento, as placas fixas e móvel e a zona definida como área do molde.
2.3. Área do Molde
Zona compreendida entre as placas onde o molde é montado.
2.4. Área de Risco
Área de risco é toda a zona externa ou interna à máquina que coloca em risco a saúde e segurança de qualquer pessoa.
2.5. Mecanismo de Fechamento
Mecanismo fixado à placa móvel, para movê-la e aplicar a força de fechamento.
2.6 Unidade de Injeção
Unidade responsável pela plastificação e injeção do material no molde, através do bico.
2.7. Circuito de Comando
Circuito que gera sinais de comando necessários para o controle de operação da máquina.
2.8. Circuito de Potência
Circuito que fornece energia para operação da máquina.
2.9 Dispositivo de Segurança
Dispositivo que impede o movimento de risco, na área associada à uma proteção, quando esta estiver aberta
2.9.1 Segurança Elétrica
Dispositivo que detecta a posição de uma proteção e produz um sinal que é usado no circuito de comando.
Pode ser composta por um ou dois sensores de posição (fins de curso de segurança, sensores de proximidade de segurança, etc.)
2.9.2 Segurança Hidráulica
Sistema que deve atuar sobre a unidade de potência, impedindo o movimento de fechamento da máquina injetora, quando a proteção que o comanda estiver aberta, através do desvio do fluxo de óleo para tanque.
2.9.3 Segurança Mecânica
Dispositivo que, quando acionado pela abertura de uma proteção, impede mecanicamente o movimento de fechamento da máquina injetora.

2.10. Distância de Segurança
Mínima distância necessária a impedir o acesso, dos membros superiores, à zona de perigo, medida a partir de uma proteção. (ver NBR 13852).
2.11. Movimento de Risco
Movimento de partes da máquina que pode causar danos pessoais.
2.12. Proteções (Portas)
Proteções são dispositivos mecânicos que impedem o acesso às áreas dos movimentos de risco. Para que cumpram efetivamente sua função, devem obedecer aos requisitos da norma NBR 13852. Podem ser:
2.12.1. Fixas
São aquelas fixadas mecanicamente à injetora, cuja remoção ou deslocamento só é possível com o auxilio de ferramentas. Nas proteções fixas os dispositivos de segurança são desnecessários
2.12.2. Móveis
As proteções móveis impedem o acesso à área dos movimentos de risco quando fechadas, podendo porém ser deslocadas e permitir então o acesso a esta área.
As proteções móveis, em função dos dispositivos de segurança aplicados, podem ser classificadas em:
Nível 1 - Proteção móvel, sem dispositivos de segurança.
Nível 2 - Proteção móvel dotada de segurança elétrica, com um sensor de posição de segurança
Nível 3 - Proteção móvel dotada de segurança elétrica, com dois sensores de posição de segurança, que devem ter acionamento simultâneo, isto é, os dois sensores deverão estar monitorando simultaneamente a posição da proteção (porta), em qualquer posição de seu curso de abertura. O funcionamento correto dos sensores de posição, ou seu efeito na unidade de comando, deve ser monitorado pelo menos a cada ciclo de abertura da proteção móvel, de tal forma que uma falha destes seja imediatamente reconhecida e o movimento de risco impedido, isto é, se um dos sensores de posição estiver mal acionado ou quebrado, a máquina deve reconhecer a falha e interromper o movimento de risco.
Nível 4 - Proteção móvel dotada de segurança elétrica com dois sensores de posição e segurança mecânica.
Nível 5- Proteção móvel dotada de segurança elétrica com dois sensores de posição de segurança e segurança hidráulica.
Nível 6 - Proteção móvel dotada de segurança elétrica, com dois sensores de posição de segurança, segurança mecânica e segurança hidráulica.

Obs. 1: A seqüência dos tipos de proteção indica seu grau crescente de segurança, por exemplo, uma proteção do NÍVEL 4 é considerada mais segura que uma proteção do NÍVEL 2.
Obs. 2: Os sensores de posição de segurança devem estar dispostos de modo protegido a fim de impedir sua neutralização involuntária. Recomenda-se a utilização de uma caixa de proteção, de modo a impedir o acesso acidental aos sensores.

3. Localização dos Riscos na Máquina Injetora
3.1 Riscos Mecânicos
· mecanismo de fechamento
· área do molde
· unidade de injeção
· área da descarga de peças
3.2 Riscos Elétricos
· unidade de injeção
· painel de comando
3.3 Riscos Térmicos
· unidade de injeção
· área do molde 
3.4 Riscos Químicos
· unidade de injeção
· área do molde
3.5 Riscos Gerados por Ruído
3.6 Riscos de Queda

· unidade de injeção
· piso escorregadio ao redor da máquina

4.Dispositivos Mínimos de Segurança Obrigatórios
4.1. Proteções Para Área do Molde
4.1.1.Na área do molde devem existir proteções móveis do NÍVEL 4 (portas frontal e traseira). Essas proteções devem ser construídas de forma a reter qualquer material expelido na unidade de fechamento, isto é, as proteções não podem ser construídas com material perfurado, que permita, por exemplo, a passagem de material plástico espirrado do molde.
4.1.1.1.A proteção do lado em que não é possível o comando da máquina injetora (lado traseiro), poderá ser do NÍVEL 3 e, nesse caso, quando da abertura da proteção, o acionamento do motor principal da máquina deve ser interrompido.
4.1.1.2. Devem existir proteções fixas complementares para a área do molde, quando necessário, para respeitarem as distâncias de segurança, definidas na NBR 13852, por exemplo, fechamento superior.
4.1.2. A posição aberta de uma proteção móvel da área do molde, deve impedir todos os movimentos da unidade de fechamento e a função injeção. Pode-se admitir o movimento de abertura do molde, com a porta de proteção aberta, quando não for possível o acesso à parte posterior (traseira) da placa móvel.
4.1.2.1. O acesso aos pontos de risco, resultantes dos movimentos dos extratores de machos ou peças, deve ser impedido.

4.1.3. Quando a proteção for constituída por uma única peça, deve ser de NÍVEL 4, com apenas um conjunto de dispositivos de segurança, se conjugada, (ao se abrir a proteção traseira, automaticamente, a frontal também é aberta) os dispositivos de segurança devem estar na proteção do lado do operador.
Nota: Em quaisquer dos casos admite-se a aplicação de uma proteção com segurança maior que a especificada.

4.2. Proteções para a Área Do Mecanismo de Fechamento
Na área do mecanismo de fechamento deverão ser aplicadas proteções fixas ou proteções móveis (portas) do NÍVEL 2. Quando da abertura da proteção móvel, o acionamento do motor principal da máquina deve ser interrompido.
Se essas proteções forem constituídas por material perfurado, devem respeitar as distâncias de segurança (NBR 13852)
Nota: Em quaisquer dos casos admite-se a aplicação de uma proteção com segurança maior do que a especificada.

4.3 Proteções Para a Unidade de Injeção

4.3.1 Proteção do Cilindro de Plastificação e Bico de Injeção
O cilindro de plastificação e bico de injeção devem ser dotados de proteções fixas, ou móveis do NÍVEL 1.

4.3.2 Partes Móveis da Unidade de Injeção
As partes móveis do conjunto injetor devem receber proteções fixas, ou móveis do NÍVEL 1, de tal forma que sejam respeitas as distâncias de segurança (ver NBR 13852)

4.3.3 Área da Alimentação de Material (Funil)
O acesso à rosca plastificadora deve ser impedido pelo respeito às distâncias de segurança (ver NBR 13852)
Nota: Em quaisquer dos casos admite-se a aplicação de uma proteção com segurança maior do que a especificada.

4.4 Proteção Contra Choque Elétrico
Para que se evite o risco de choques elétricos, os requisitos das normas NR-10 e NBR 5410 devem ser respeitados.

4.5 Proteção Contra Quedas
Para evitar riscos de queda ao redor da máquina injetora, devem ser eliminados os acúmulos de água ou óleo, provenientes de vazamentos, nessa área.
A alimentação do funil deve ser feita através de meios seguros de acesso.


5. Máquinas Especiais
5.1 Efeito da Gravidade

Para máquinas com movimento de fechamento vertical, onde a gravidade pode causar o movimento de fechamento e, ao menos uma dimensão da placa for maior que 800 mm. ou o curso máximo for maior que 500 mm., esse movimento de risco deve ser impedido por restrição mecânica intertravamento elétrico de segurança. Caso tenha acionamento através de comando bimanual com relé de segurança Categoria 4, esse deverá estar de acordo com as normas NBR 14152 e NBR 14153.
Tão logo seja aberta a proteção, o dispositivo deve atuar.
5.2 Máquinas de Grande Porte
Em máquinas de grande porte, o acesso de todo o corpo à área do molde, representa um risco adicional, já que as máquinas podem ser operadas com pessoas dentro da área do molde. Dessa forma, devem ser previstos dispositivos adicionais de segurança em todas as máquinas onde:
• a distância horizontal ou vertical entre os tirantes do fechamento for maior que 1,2 m., ou
• se não existirem tirantes, a distância horizontal ou vertical equivalente, que limita o acesso à área do molde, for maior que 1,2 m, ou
• uma pessoa consiga permanecer entre a proteção da área do molde e a área de movimento de risco.
Os dispositivos devem ser previstos nas proteções de todos os lados da máquina em que o ciclo possa ser iniciado. Esses dispositivos de segurança adicionais, por exemplo, travas mecânicas, devem agir em cada movimento de abertura da proteção e devem impedir o retorno da proteção à posição “fechada”.
Deve ser necessário reativar separadamente esses dispositivos de segurança, antes que se possa iniciar outro ciclo. A posição da qual os dispositivos de segurança são reativados, deve permitir uma clara visualização da área do molde, com a utilização de meios auxiliares de visão, se necessário.
O correto funcionamento desses dispositivos adicionais, deve ser monitorado por sensores de posição, ao menos uma vez para cada ciclo de movimento da proteção, de tal forma que, uma falha no dispositivo adicional de segurança, ou seus sensores de posição, seja automaticamente reconhecida e impedido o início de qualquer movimento de fechamento do molde.
Em todas as proteções de acionamento automático, em que esses dispositivos estejam fixados, o movimento de fechamento da proteção deve ser comandado por um botão pulsador, posicionado em local que permita clara visualização da área do molde.
Onde for possível o posicionamento de uma pessoa dentro da área do molde, dispositivos adicionais, por exemplo, plataformas de segurança sensitivas ou barreiras de luz sensitiva, devem ser previstos. Quando esses dispositivos adicionais são acionados, o circuito de controle do movimento de fechamento da placa, deve ser interrompido e, no caso de proteções de acionamento automático, o circuito de controle do movimento de fechamento da proteção, deve ser interrompido.
Ao menos um botão de emergência deve ser previsto, em posição acessível, em cada lado do molde, dentro da área do molde.
5.3 Equipamento Auxiliar
O uso de equipamento auxiliar para manuseio e acesso à máquina injetora, por exemplo, esteiras transportadoras, talhas, plataformas de operação, dispositivos de retirada de peças, etc., não devem reduzir o nível de segurança estabelecido pelos requisitos anteriores.

6. Proteção para máquinas hidráulicas de comando manual
6.1.
 No lado de operação da máquina, devem possuir proteções de NÍVEL 1 em toda a área de risco (molde e mecanismo de fechamento). Proteções fixas complementares podem ser aplicadas, se as proteções móveis não forem suficientes para proteger toda a área de risco. A efetividade das proteções deverá ser conseguida através das seguintes medidas:
• Respeito às distâncias de segurança conforme norma NBR 13852,
• Quando aberta, a proteção frontal da área do molde deve, imediatamente, impedir mecanicamente o acionamento da válvula hidráulica de fechamento, ou
• Quando aberta, permitindo acesso ao acionamento da válvula hidráulica de fechamento, deverá desviar o fluxo de óleo para tanque.

7. Treinamento
7.1. O treinamento em operação de injetoras deverá conter uma carga horária mínima de 8 horas e deve obedecido o seguinte conteúdo programático:
• histórico da regulamentação de segurança sobre máquinas injetoras
• direitos e deveres do empregador e trabalhador
• descrição e funcionamento de máquinas injetoras
• riscos na operação de máquinas injetoras
• principais áreas de perigo de uma máquina injetora
• medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes
• proteções (portas) e distâncias de segurança
• exigências mínimas segundo a NR-10, NR-12, NBR 13.536, NBR 13852 e NBR 13757
• medidas de segurança para máquinas hidráulicas de comando manual
• demonstração prática dos perigos e dispositivos de segurança em uma máquina injetora.
• Convenção Coletiva de Trabalho da Indústria Metalúrgica
• Primeiros Socorros
• Interação com a CIPA
7.2. Público Alvo
operadores e auxiliares de injetoras, ferramenteiros, mecânicos, eletricistas, técnicos de manutenção, Projetistas, Processistas, Técnicos e Enfermeiros de Segurança e outros trabalhadores com atividades afins em injetoras de plástico.
7.3. O instrutor, responsável pelo treinamento, deverá fornecer certificado aos participantes, responsabilizando-se pelo treinamento e cumprimento do conteúdo programático e deve atender, no mínimo, aos seguintes requisitos, que devem ser exigidos pelo contratante e a este comprovados:
• formação técnica em nível médio,
• conhecimento técnico de máquinas injetoras de plástico,
• conhecimento da normalização técnica de segurança,
• ter participado de treinamento específico de formação coordenado pela CPN. 
• possuir credenciamento da CPN

8. Verificação
Os dispositivos de segurança devem ser verificados, pelo próprio operador, a cada início de jornada e, especialmente, após a troca de molde.

9. Revisão
Os sistemas de segurança devem ser revisados a cada 6 (seis) meses, considerando-se a vida útil de cada componente. O histórico desta revisão deverá ser anotado em registro específico, sob responsabilidade da empresa.
As Injetoras de Plástico devem ser submetidas à inspeção e manutenção preditiva, preventiva, e corretiva conforme instruções do fabricante e Normas Técnicas oficiais vigentes.

10. Distâncias de Segurança (conforme NBR 13852)
10.1. Síntese da Norma NBR 13852
Para melhor entendimento, encontram-se resumidos, abaixo, os itens que se aplicam às máquinas injetoras, da Norma NBR 13852 - “Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso à zonas de perigo pelos membros superiores”.
Para melhor entendimento e informações complementares, deve-se consultar a NBR 13852.
A referida norma estabelece valores para distâncias de segurança, de modo a impedir acesso à zonas de perigo, pelos membros superiores de pessoas com idade maior ou igual a três anos. Essas distâncias se aplicam quando, por si só, são suficientes para garantir segurança adequada.
Estruturas de proteção com altura menor que 1400 mm não devem ser usadas, sem medidas adicionais de segurança.
Os valores das tabela 4 e 5 foram definidos considerando-se o mesmo nível de apoio para operador e máquina. Qualquer elevação do nível de apoio do operador, por exemplo, através de colocação de estrados em volta da máquina, deverá ser considerado nas dimensões das proteções.

11. Risco Grave e Iminente
O não atendimento dos requisitos estabelecidos nos itens 4, 5 e 6, caracteriza condição de risco grave e iminente, o que possibilita a interdição da máquina, conforme preceitos desta Convenção.
Estrutura do Programa de Prevenção de Riscos em Máquinas Injetoras de Plástico - PPRMIP
12. As empresas devem elaborar o PPRMIP e mantê-lo à disposição dos representantes dos trabalhadores na CIPA, onde houver, e das autoridades competentes, norteando que nenhum trabalhador deve executar as suas atividades expondo-se à zona de risco desprotegida.
13. Toda empresa deve ter um procedimento por escrito, para definir as seqüências lógicas e seguras de todas as atividades relacionadas a Injetoras de Plástico.
14. Planta baixa e relação com todos os equipamentos, os quais devem ser identificados e descritos individualmente, constando:
a) Tipo de máquina injetora de plástico horizontal ou vertical;
b) Modelo;
c) Fabricante;
d) Ano de fabricação;
e) Capacidade;
15. Definição dos Sistemas de Proteção, para cada Injetora de Plástico, devendo conter seu princípio de funcionamento.
15.1. A implantação dos Sistemas para cada Injetora de Plástico deve ser acompanhado de cronograma, especificando-se cada etapa e prazo a ser desenvolvida.
16. O Plano de Manutenção de cada injetora de plástico deve ser registrado em livro próprio, ficha ou informatizado.
Responsabilidades
17. O empregador é responsável pelo PPRMIP, por intermédio de seus representantes, comprometendo-se com as medidas previstas e nos prazos estabelecidos.
18. O PPRMIP deve ser coordenado, e estar sob responsabilidade técnica, de um Engenheiro de Segurança do Trabalho, empregado ou prestador de serviço e deverá recolher ART
18.1. Nas empresas onde o SESMT não comportar Engenheiro de Segurança do Trabalho no seu dimensionamento, o PPRMIP será coordenado por Técnico de Segurança do Trabalho, no limite de suas atribuições.
18.2. Nas Empresas onde não há o SESMT o programa deverá ser coordenado por Engenheiro de Segurança do Trabalho, documentado conforme legislação vigente, Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).
18.3. O profissional coordenador deve acompanhar a implementação do PPRMIP em todas as suas fases, sendo co-responsável pela eficácia das medidas de proteção implantadas.
19. Cronograma para a implementação das proteções nas máquinas injetoras de plástico (deve ser considerado o número inteiro imediatamente superior).
20. Distâncias de Segurança (conforme NBR 13852)
20.1. Síntese da Norma NBR 13852
Para melhor entendimento, encontram-se resumidos, abaixo, os itens que se aplicam às máquinas injetoras, da Norma NBR 13852 - “Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso à zonas de perigo pelos membros superiores”.
Para melhor entendimento e informações complementares, deve-se consultar a NBR 13852.
A referida norma estabelece valores para distâncias de segurança, de modo a impedir acesso à zonas de perigo, pelos membros superiores de pessoas com idade maior ou igual a três anos. Essas distâncias se aplicam quando, por si só, são suficientes para garantir segurança adequada.
Estruturas de proteção com altura menor que 1400 mm não devem ser usadas, sem medidas adicionais de segurança.
Os valores das tabela 4 e 5 foram definidos considerando-se o mesmo nível de apoio para operador e máquina. Qualquer elevação do nível de apoio do operador, por exemplo, através de colocação de estrados em volta da máquina, deverá ser considerado nas dimensões das proteções.

 

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